55. Autobiografia Felipe

Data da publicação: 24/10/2003

Meu nome é Felipe e essa é a minha Autobiografia

Meu Avô materno é um barato! O nome dele é Diniz. Ele vem sempre falando e falando para eu escrever a minha Autobiografia. É claro que ele vai me orientar.

E tudo começa em nosso encontro, num fim de semana. E muito rápido. Com base em perguntas e respostas sobre as minhas atividades, lá fomos nós formando as frases e os parágrafos da minha História. Ele mostrou a definição no dicionário: Autobiografia é a vida de um indivíduo escrita por ele mesmo.

Meu nome completo é Felipe Leite Diniz Pádua, tenho 7 anos, nasci em Brasília, Distrito federal. Eu tenho, também, um irmão de nome Bruno, e nós estudamos no Inei. Estou na primeira série do Ensino Fundamental. Bruno faz o Maternal I, ele tem 2 anos. Na Escola, tenho muitos amigos e fora dali, também. Sou líder de classe, eleito, recentemente. Gosto muito de minha Professora Márcia Rodrigues. Ela é atenciosa, educada e tem muita dedicação por todos nós da turma. Gosto de ler, escrever, desenhar e montar quebra-cabeças.

Meu pai se chama Rogério. Ele trabalha no Tribunal de Justiça do Distrito Federal, gosta muito de esporte e é formado em Educação Física, e quase sempre está participando das maratonas da cidade. Também, gosta muito de natação. Ele estuda, e atualmente, está fazendo curso avançado de especialização em inglês na Casa Thomas Jefferson.

Minha mãe se chama Fabíola . Ela é uma pessoa muito amável, graciosa, e de fácil relacionamento. Acho que é por isso que ela tem muitas amizades. É, também, formada em Educação Física e exerce a função de professora na UniCEUB. Já trabalha ali, há mais de 10 anos. Na mesma Universidade onde leciona, ela faz o curso de Fisioterapia.

Meu irmão Bruno só tem 2 aninhos. Eu e ele estudamos na mesma escola, no Inei, como já disse. Nós brincamos muito. Às vezes brigamos, pois ele quer fazer tudo que eu já sei fazer. E não pode, pois sou mais velho do que ele 5 anos. Mas, depois tudo dá certo. Ele termina compreendendo ou fingindo ter compreendido!. Ele parece que vai ser bom nos esportes. Gosta de jogar bola, cantar e dançar. Meu pai já está pensando em matricular Bruno numa escolinha de natação. Ele adora os movimentos na água.

Eu gosto muito de esportes. Faço escolinha de futebol e natação. Quase sempre, participo dos campeonatos dessas modalidades na minha escola. Outras vezes, jogo peladas com meus amigos, meu pai, e às vezes, faço jogadas individuais, com meu Avô Diniz. Com ele, quase sempre, eu ganho nos dribles, mas saímos em empates, nas jogadas individuais em gol.

Mas, a minha família não pára aí. Eu tenho minha Avó materna Fátima que é legal, à bessa. Gosto muito de jogar baralho com ela. Às vezes jogamos paciência no computador. Ela é uma pessoa bem agradável. Na casa dela não faltam comidas gostosas e bons lanches. Não tenho viva a minha Avó paterna, pois, já faleceu. Ela se chamava Margarida, e minha mãe, sempre diz, que ela era uma pessoa boa, amável e muito religiosa. Não a conheci em vida.

Meu Avô paterno é Heribaldo e o materno é Diniz. Eles têm muitas coisas em comuns. São aposentados, moram no início da Asa Sul,em Brasília, são religiosos e quase sempre, estão nas missas das 17hs00 na Igreja São Camilo, aos domingos e feriados. E, ainda, ambos têm experiência em trabalhos Vicentinos nas missões religiosas.

A irmã do meu pai, tia Regina é a minha madrinha. Meu tio Diniz Jr, irmão da mamãe, é meu padrinho. Tenho, ainda, as tias, irmãs da minha mãe: Síglia casada com tio Joe , eles moram em San Diego na Califórnia. Tia Carolina Raquel casada com tio Eduardo moram no Sudoeste, em Brasília. Eu gosto muito deles. Eles são alegres, bem educados e sempre fazem a maior festa quando me encontram.

Tenho duas primas Thaís e Mariana. Elas são duas grandes amigas. Thaís tem a minha idade. Ela mora e estuda na cidade de Cuiabá, em Mato Grosso. Quase sempre, quando ela vem a Brasília, nós saímos juntos para passear. Nós nos damos muito bem. Ela gosta muito de desenhar, de usar o computador do Vô Diniz, e ele tem a maior ciumeira. Mas eu gosto, também. Ele deixa, mas faz sempre mil recomendações para o uso correto desse seu equipamento.

Mariana já tem 15 anos. E estuda na Escola das Nações. Eu me dou muito bem com ela. Muitas vezes, nós saímos juntos, com a família, para as festinhas, cinemas e comemorações dos nossos parentes e amigos. Ela fala muito bem Inglês e gosta das práticas de artes: desenhos, teatro e danças.

Uma pessoa muito especial e de muitos encantos, também, faz parte da minha família: é minha Tia-Avó Maria Alda . Ela é uma pessoa muito fantástica e graciosa. É irmã da minha Avó paterna Margarida, já falecida. Ela é muito religiosa, simpática, e também, uma pessoa bem agradável. Como é bom conhecer essa Tia-Avó! Todos nós gostamos, imensamente dela. Por isso, está sempre presente nas festinhas de família, um fato que traz muitas alegrias às nossas almas e aos nossos corações.

Aqui está o resumo da minha Autobiografia. Meu Avô Diniz me ajudou a escreve-la. Como foi dito, foram feitas muitas perguntas e com base nas minhas respostas, fomos montando todo o texto. Levamos várias horas discutindo e fazendo o trabalho no computador. Gostei muito dessa experiência de escrever.

Aprendi demais com esse trabalho e percebi o quanto é bonito a nossa própria História de Vida. Achei interessante a idéia de escrever a minha Autobiografia. Agradeço ao meu Avô Diniz, por tudo isso, que me deixou muito feliz.

Música: U2 - I Still Haven't Found What I'm Looking For